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Dicas e Cães

Blog sobre cães, abrangendo temas como alimentação, treino, cuidados de saúde e estilo de vida canino.

Blog sobre cães, abrangendo temas como alimentação, treino, cuidados de saúde e estilo de vida canino.

Dicas e Cães

31
Dez17

3 motivos para organizar a alimentação do seu cão

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Não faltam motivos para organizar a alimentação do cão e criar um regime alimentar apropriado para o seu peso, idade, raça e estilo de vida. Afinal, não é por acaso que num hotel de cães, assim como nas creches para animais, estabelecem horários para as refeições e recomendam determinados tipo de ração.

 

Como os cães são predadores, ter comida disponível a horas certas ajuda a reduzir o stress e competitividade - daí ser tão importante, por exemplo, um hotel de cães estabelecer horários. Depois, tal como com os humanos, é um passo crucial para evitar problema de saúde como a obesidade e a diabetes. Conheça 3 benefícios de organizar a alimentação do seu cão:

Prevenir a obesidade nos cães.

A obesidade é o grande problema do séc. XXI… até para os cães. É cada vez mais comum os cães passarem a maior parte do tempo fechados em casa, sem se exercitar e “esticarem as patas”. Combinado com as rações altamente calóricas à base de cereais, isto faz com que uma elevada percentagem de cães sofra de obesidade - situação que piora em algumas raças que já têm tendência para engordar.

“Velhice” com qualidade.

Os cães séniores têm menos energia e são menos irrequietos do que os cães jovens. Aliás, quem já deixou um cão sénior num hotel de cães sabe bem que eles nem sempre a aproveitam os brinquedos novos ou a presença de outros amigos de 4 patas. Diminuir a quantidade de ração ou escolher uma apropriada para séniores é uma forma de ajustar a alimentação à inactividade da “velhice”.

Diminuir os vómitos.

Quem tem cães sabe que é comum comerem demais (e às vezes com sofreguidão), o que leva a que vomitem e fiquem mal dispostos a seguir. Uma maneira de o evitar é criar um regime alimentar para o seu cão, em que o habitua a comer à mesma hora duas vezes por dia, que é o regime mais popular num hotel de cães e o recomendado pelos treinadores. Claro, deve ter sempre água fresca e limpa à disposição.

 

31
Dez17

3 Alimentos muitos comuns que o seu cão NÃO pode comer!

Os cães têm um instinto de sobrevivência notável e é raro comerem o que não devem. Mas há alguns alimentos que podem ser tentadores para eles… e que os podem matar mesmo em doses pequenas! Tenha cuidado com estes alimentos e peça ajuda a um treinador de cães para que o seu melhor amigo nunca se aproxime deles.

 

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Chocolate

O chocolate é um alimento muito comum nas nossas casas, e um a que os cães e os gatos não costumam ser indiferentes. Porém, o chocolate tem cafeína e teobromina, duas substâncias que provocam vómitos (e por consequência desidratação), ritmo cardíaco irregular e aumento da temperatura corporal. Nos casos mais graves, levam a convulsões e mesmo à morte.  Se costuma ter chocolate em casa, contrate um treinador para cães!

 

Nota: lembre-se que, quanto mais negro o chocolate, mais cafeína e teobromina contem. Assim sendo, o chocolate com 70% de cacau é o mais letal para os cães (uma só quadrado pode causar uma intoxicação num cão de pequeno porte).

 

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Uvas

Um cacho de uvas pode parecer inofensivo… mas, pelo menos para o seu cão, não é. As uvas e as passas são capazes de causar falência renal. A doença não é sintomática em todos os cães - mas, mesmo quando é, nem sempre os donos se apercebem. Ao fim de 3 ou 4 dias em falência renal, o cão morre.

 

Além da falência renal, o cão pode ter vómitos, diarreia, pouco apetite, falta de energia e consequente desidratação. Geralmente, estes são os sintomas que se manifestam e que indicam que algo não está bem com o seu cão. Portanto, se mora numa região com vinhas, treine o seu cão desde pequenino ou procure um treinador para cães!

 

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Talo das maçãs

Temos sempre a sensação de que os cães gostam de ossos e de outros “restos”, mas um treinador de cães nunca lhes dará os talos das maçãs. Mas, ao contrário do que se poderia supor, esta parte da maçã não é nada saudável! O talo contém cianeto - numa quantidade não letal para os humanos, é certo, mas demasiado alta para os cães. Os sintomas são convulsões, desmaios, hiperventilação e até mesmo coma.

 

31
Dez17

Como escolher a comida para o seu cão

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Qualquer dono que se preze já se perguntou sobre qual é a melhor comida para o seu cão. Há um grande debate sobre esta questão, embora hoje em dia sejam cada vez mais os defensores da “alimentação natural”. Este é um tipo de alimentação que pretende simular aquilo que o cão comeria no seu habitat natural, que exige várias horas de preparação. Por isso, raramente o encontramos num hotel para animais e mesmo nos veterinários.

 

A solução acaba por ser quase sempre a ração, normalmente no seu formato “seco” e mais económico. Esta ração contém sempre milho e soja, dois cereais que não são de digestão fácil para os cães e que muito dificilmente comeriam no seu habitat natural. Na realidade, o que os cães precisam de comer em grandes quantidades é proteína de origem animal, que absorvem com muita mais facilidade.

 

Na ração, essa proteína animal vem de bioprodutos da indústria pecuária: restos de ossos e de vísceras, por exemplo, aos quais são adicionados outros aminoácidos. De um modo geral, quanto mais barata for a alimentação (ração de marca branca), menos percentagem de proteína de origem animal contém. Leia sempre os ingredientes para decidir qual é a marca que lhe oferece a melhor relação qualidade/preço.

 

Além destas rações que podemos comprar no supermercado, existem outras que encontramos nos veterinários e nos hotéis para animais que se vão espalhando um pouco por todo o país, de Braga até ao Algarve. Costumam ser de qualidade superior e algumas precisam até de receita, como o caso das rações para animais com sistema digestivo sensível ou com um sistema renal falível.

 

Caso o seu cão precise deste tipo de alimentação e tiver que o deixar num hotel para animais (em Braga ou em qualquer outro lugar!), convém levar a ração consigo. Como estas rações são relativamente incomuns, certifique-se que deixa quantidade suficiente e da marca que o seu cão consome habitualmente. Afinal, se o pequeno vai estar no ambiente “estranho” do hotel para animais, já são mudanças suficientes!

 

31
Dez17

Quais são os tipos de ração para cão?

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Há tantos tipos de ração para cão disponíveis nos supermercados e nas prateleiras das lojas de especialidade que é normal ficar confuso. Afinal, qual é a melhor ração para o seu cão? Qual é a ração ideal para que cresça forte e saudável? Fomos falar com alguns treinadores de cães para nos esclarecer quais são as principais diferenças!

 

Os principais factores a ter em conta na escolha da ração são o peso, a idade, a raça e o estilo de vida. Por isso é que encontramos rações específicas para cães bebés/ júnior, outras para adultos e algumas para séniores. As primeiras são mais calóricas e podem até conter suplementos de leite; as últimas são mais leves, tendo em consideração que um cão idoso será muito menos activo e mais sensível.

 

Vale a pena comprar essas rações? Em princípio, sim. Embora haja excepções à regra, é bom ir ajustando as doses calóricas que damos aos nossos cães. Isto ajuda a prevenir a obesidade canina, a diabetes e outras maleitas que também afectam os seus donos humanos. No entanto, os treinadores ressalvam que qualquer alimentação deve ter em conta o estilo de vida e o nível de actividade do seu patudo.

 

Há cães que são preguiçosos toda a vida, enquanto outros precisam sempre de correr e brincar. Se o seu cão adulto é pachorrento, talvez deva optar por comida light. Um cão sénior que desgasta a sua energia a brincar pode continuar a comer comida normal. Depois existe o pormenor da raça: sabemos que algumas raças, como os labradores, têm tendência para ficarem obesos. Outras são sensíveis a determinados alimentos.


Nestes casos, aconselhe-se com o veterinário sobre qual é a ração indicada para o seu animal de estimação. Existem rações preparadas especificamente para determinadas raças, por exemplo. Outra opção é recorrer a aulas privadas para “controlar” o seu cão. Os melhores treinadores de cães sabem como habituá-los a não pedir mais comida e quando usar os snacks como recompensa, o que pode ser uma grande ajuda na luta contra a obesidade canina.

31
Dez17

Treino de cães: estamos a ir contra a natureza?

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Os cães e os gatos são os “novos filhos”. As creches para animais são uma das grandes tendências que se têm espalhado um pouco por todo país, e os hotéis para cães oferecem cada vez mais serviços extra. Boxes com 8 metros quadrados, jardim privativo, massagens, reiki, acupuntura: tudo está disponível para os nossos adorados amigos de 4 patas. Acompanhado deste ‘boom’ nos alojamentos para animais, encontramos também cada vez mais especialistas em treino de cães.

 

Uma pesquisa rápida na Fixando encontra dezenas de aulas privadas para cães na Grande Lisboa, mas até em cidades como Braga, Aveiro ou Setúbal encontramos uma panóplia de opções. Agora a minha pergunta é: ao querer tornar os nossos cães tão “humanos”, não estamos a ir contra a sua natureza? Claro que os hotéis para animais são uma excelente opção para quando vamos de férias ou estamos fora - mas será necessário pôr os nossos animais em treinos intensivos de obediência?

 

Quando adoptei os meus cães, já sabia o que me esperava. Não posso marcar férias de 1 mês na Tailândia sem me preocupar em arranjar-lhes alojamento - foi uma responsabilidade que assumi; e hoje não me passaria pela cabeça passar 1 mês longe deles. Também sabia que teria que ter paciência com eles, porque não posso esperar que os meus cães contrariem o seu comportamento natural apenas para nós é mais conveniente.

 

Mas aqui existe uma linha ténue. Por um lado, quero deixá-los confortáveis, que vivam a sua vida de forma natural. Por outro, partilhamos apartamento. Aliás, mais do que isso: partilhamos um sofá. E, portanto, tivemos que estabelecer certas regras de convivência. Eu aceito que eles precisem de brinquedos, de passear e de espaço; eles aceitam não roer o que não devem e não destruir os cortinados. Aceitam ficar quietos quando paramos num café ou num restaurante.

 

Em certo sentido, isto foi um treino de cães. Não de obediência, mas de comportamento e de imposição de regras. Sem isso, seria difícil vivermos em sociedade. Portanto, em vez de treinos de agilidade e para competições de animais - que acho grotescas - deveríamos apostar em treinos de cães que são, na verdade, uma espécie de escola. Isso, consigo entender. O resto, confesso que me custa a aceitar.

 

20
Dez17

Alimentação natural para cães: a comida saudável para cães!

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A maioria das rações para cães (incluindo as que dão nos hotéis e nas creches para animais) tem uma série de aditivos artificiais, toxinas e subprodutos animais de origem dúbia. Não, na realidade não está a dar perú nem frango ao seu cão: as rações que encontramos à venda são ricas em hidratos de carbono, como a soja, que os cães dispensam em quantidades elevadas.

 

A solução é adoptar a chamada “alimentação natural” para cães, que tenta respeitar a alimentação que os cães teriam se estivessem em liberdade. Infelizmente, não é uma dieta vegetariana: ao contrário de nós, os animais precisam de fontes de proteína animal para sobreviver. Para mim, confesso que é um obstáculo: como vegetariana, custa-me preparar comida caseira para os meus cães que inclua carne. 

 

Uma dieta de alimentação natural para cães, segundo me indicou a veterinária da creche para animais, seria mais ou menos assim:

 

  • 30% de carnes desossadas mal-passadas, que são mais fáceis de digerir para os cães. Lembre-se que o cão partilha 99% do seu ADN com o lobo - podem até gerar descendentes férteis! - são caçadores natos e precisam de proteína. 
  • 5 % de vísceras. Com moderação, são fontes de vitaminas, complexo B e ferro. 
  • 30% de vegetais, que no seu habitat natural ingerem no estômago das presas. Evite a cebola, a soja e o milho. Não misture vários tipos de couve numa só receita, pois fermentam e podem causar mal-estar intestinal. 
  • 35% de carboidratos, dos quais deve evitar a soja, o milho e o trigo. Prefira os tubérculos (como a batata, o inhame e mandioca), o arroz, a aveia, a cevada e as leguminosas.

 

As vezes que dá de comer ao seu cão e as quantidades devem ser ajustadas consoante o porte e o peso do seu animal de estimação. Antes de fazer qualquer alteração na dieta, não se esqueça de consultar o seu veterinário (se não conhecer nenhum, tente procurar em hotéis e creches para animais) e de pedir um check-up ao seu cão para ter a certeza que não tem nenhum problema nos rins. 

 

No caso de ter algum problema nos rins, a quantidade de proteína que pode ingerir é menor - por isso, é possível que tenha que baixar a percentagem de proteína. Se tiver problemas intestinais, pode ser bom juntar um probiótico natural, como o kefir. Caso seja habitual deixar o seu cão num hotel ou creche para animais, não se esqueça é de deixar todas as indicações, senão acabam por dar a ração industrial ao seu patudo!

17
Dez17

Box no hotel para cães: como são os quartos nos hotéis de animais

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Quando falamos num hotel para cães, nem sempre é fácil criar uma imagem na nossa cabeça. Como são os “quartos” destes hotéis para animais? Fomos procurar informação sobre hotéis e creches para animais e ficámos surpreendidos com o que encontrámos. Há boxes para animais com câmaras de vigilância, jardim e bebedouros automáticos: mais do que quartos, são autênticas suites.

 

Em primeiro lugar: o tamanho importa. Quando estamos a falar do sítio onde o nosso cão vai passar as próximas semanas, é importante saber quanto espaço vai ter o patudo. É certo que não vai passar o tempo todo fechado na box - todos os hotéis e creches para animais têm um espaço exterior onde podem esticar as patas - mas  há uma diferença enorme de hotel para hotel. Alguns hotéis têm quartos de 6 metros, outros têm suites de 8 e ainda há os que oferecem verdadeiros “estúdios” de 10 metros quadrados.

 

As comodidades dentro de cada box também dependem de hotel para hotel. Alguns têm bebedouros e comedouros automáticos, outros não. Há alojamentos para cães que têm as boxes num espaço completamente coberto, outros que as têm no exterior. Nas boxes maiores, é comum ter uma parte coberta e outra ao ar livre, como se o seu cão tivesse um jardim privado.

 

Uma tendência importada do estrangeiro é ter uma câmara de vídeo em que possa ver o seu patudo enquanto está fora. De certa forma, ajuda a combater as saudades e fica com a certeza de que estão a prestar todos os seus cuidados ao seu cão. Embora poucos hotéis e creches para animais ofereçam esta opção, é uma das nossas favoritas.

 

Depois, há alojamentos para animais que excedem as expectativas de qualquer um nos cuidados para animais. Encontrámos um hotel para gatos que liberta feromonas felinas para que os gatos se ambientem mais facilidade. Para os cães, as opções mais extravagantes são a “música relaxante”, sofás-cama e piscina aquecida (privativa). É caso para dizer: quem me dera ter “vida de cão”.

 

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